Cel Costa Filho
Terça, 28 de junho de 2016, 00:00 h - Atualizado em 28/06, 14:16 h

Arrastão no coletivo

E aí nos perguntamos, cadê a polícia?

Cel Costa Filho:São José dos Pinhais
Autor: Redação
Foto: Divulgação.

O trabalhador, além de já não ganhar o suficiente para pagar suas contas e a cada dia estando mais e mais endividado, ainda tem que passar por dissabores quando vai ou volta para o trabalho de ônibus, devido aos contantes assaltos que ocorrem dentro dos coletivos.

           

Chegamos ao cúmulo de ver pessoas carregando celular velho e quebrado na bolsa ou no bolso, para entregar para o ladrão, tão frequente são os assaltos.

           

Além dos furtos que ocorrem, agora a “cara de pau“ dos ladrões está tão grande que por não temerem mais a polícia estão fazendo arrastões dentro dos onibus para poderem roubar diversos passageiros ao mesmo tempo.

           

E aí nos perguntamos, cadê a polícia?

           

E a resposta é! Não sei.

Pelo que ouvimos nos noticiários, a polícia está a pé porque a maioria das viaturas estão paradas aguardando concerto e os que estão com viaturas estão tentando atender atender o grande volume de ocorrências, inclusive as de roubo a passageiros, mas infelizmente só estão tentando minimizar o problema, porque o ideal seria fazer o policiamento preventivo para prevenir que os crimes ocorressem.

           

Até a pouco tempo atrás a polícia militar tinha o GTV – Grupo Tático Velado, que atuava com policiais a paisana, circulando dentro dos coletivos e acompanhados por uma viatura descaracterizada, e dessa forma conseguiam prender em flagrante os marginais e manter o nível de furtos e roubos dentro dos ônibus em níveis toleráveis.

           

Mas como tudo que é bom, não se dá continuidade, acabaram com essa atividade que dava muita tranquilidade para a população com a desculpa que a polícia estava trabalhando para os donos dos ônibus.

           

Mentira! A polícia trabalhava para defender o cidadão comum e com certeza os menos abastados, porque quem têm condições nesse país não anda de ônibus.

           

A população e os meios de comunicação deviam cobrar do governador e da SESP para que esse serviço voltasse a ser feito e assim poder dar um pouco de tranquilidade aos trabalhadores que diariamente correm até risco de morte nos trajetos que fazem.

E nunca esqueçam prevenir é sempre o melhor remédio.

 

*Por Cel. Costa Filho - Consultor de Segurança do SINDESP (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná); Chefe do COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) – 190; Diretor de Logística da Polícia Militar e membro do Programa Estadual de Proteção a Testemunhas.



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