Cel Costa Filho
Terça, 15 de julho de 2014, 10:24 h - Atualizado em 15/07, 11:34 h

Criminalidade sobe e a segurança desce

Saiba o que as pessoas julgam ser mais importante entre qualidade de vida e segurança

Cel Costa Filho:Curitiba
Autor: Redação
Foto: Divulgação.

O que é mais importante na Segurança?.

Diante de uma pesquisa realizada em quatro condomínios horizontais fechados, onde foram entrevistados 154 moradores, para subsidiar a mestranda Maria da Graça Burcowski entre nov. 2012 a mar. 2013 chegou-se a seguinte conclusão: Foi perguntado entre 12 itens selecionados, quais os que consideravam 
mais importantes?

As três opções mais escolhidas foram:

Segurança – 73,4%

Tranquilidade – 40,3%

Qualidade de vida – 31,3%

Essa constatação reflete o que a população como um todo sente e anseia, independente de morar em uma casa, ou em um condomínio, quer seja 
ele horizontal ou vertical. A grande percentagem de pessoas que colocam em primeiro lugar a segurança demonstra o medo latente que o cidadão sente, no dia a dia, quer seja quando está no interior de sua residência, no seu local de trabalho ou até mesmo durante os deslocamentos que realiza diariamente. 

Infelizmente num curto prazo não se vislumbra nenhuma mudança nas políticas de governo que possam vir a mudar essa triste realidade, pois os investimentos já realizados, os que estão sendo realizados, bem como, os que estão há muito tempo sendo prometidos, mas que não saem das promessas, fazem com que essa sensação de insegurança vá aumentando a cada dia e o cidadão que se sente cada vez mais desprotegido, acaba deixando muitas vezes de aproveitar seus momentos de folga e usufruir com sua família em momentos de lazer fora de casa, pois o medo faz com que fiquem “trancados” na segurança de suas casas. Porém, até mesmo em casa também estão correndo riscos de serem “alvos” de marginais.

A política de desarmamento não surtiu os efeitos prometidos, já que apenas o cidadão de bem foi o único a entregar as armas que possuía, mas os 
marginas na “contra-mão” passaram a ter mais acesso a armas e por saberem que o cidadão de bem não tem mais nenhuma arma para se proteger, ficaram mais audaciosos e descarados, cometendo mais assaltos e aumentando os índices de violência contra suas vitimas.

A lei infelizmente está sendo utilizada em prol dos marginais e a morosidade de nosso sistema legal faz com que apenas os marginais se aproveitem disso. 
São Paulo que era conhecida como “a cidade que não dormia”, está mudando seus hábitos. Muitos estabelecimentos que funcionavam 24 horas, já não funcional mais por causa da insegurança. Curitiba está seguindo a mesma tendência. É só sair a noite e procurar uma farmácia ou um posto de combustível para constatar que não é fácil achar algo aberto a partir das 22 horas.

Depois de evoluirmos para um padrão de vida onde se tinha acesso a tudo a qualquer hora do dia ou da noite, estamos retornando aos tempos em que tudo fechava a noite, mas infelizmente hoje isso se deve a insegurança e ao aumento da criminalidade e da violência, pois os empresários não têm mais 
como arcar com os prejuízos financeiros e os riscos que seus funcionários e clientes possam vir a sofrer.

Para que possamos reverter essa realidade dura em que vivemos, somente quando o cidadão fizer valer seus direitos, cobrando daqueles que receberam ou receberão seu voto, tomem atitudes serias e efetivas e passem realmente a defender os interesses de seus eleitores e não apenas os interesses corporativos dos que financiaram suas campanhas milionárias.

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