Cel Costa Filho
Segunda, 22 de abril de 2019, 00:00 h - Atualizado em 22/04, 17:30 h

Porta de cadeia virou porta giratória

Li um texto que achei muito interessante e usei a “ideia” e o estou complementando com o meu posicionamento, e ponto de vista.

Cel Costa Filho:Porta de cadeia
Autor: Redação
Foto: Divulgação

Bandido preso, bandido solto, essa é triste realidade de nossa segurança, onde a quase totalidade dos crimes ficam impunes, não se consegue elucidar nem os pequenos delitos. Os crimes mais graves, como os homicídios, têm uma taxa de solução inferior a 10% (identificação, não condenação). Há Estados em que apenas 5% dos assassinatos tem os criminosos identificados, ou seja, para cada 20 mortes, em apenas um, se sabe quem é o assassino; e a identificação do criminoso não significa sua condenação, mas apenas o início do processo, que leva anos e em muitos casos os criminosos são absolvidos por falhas nos processos.

Na reportagem “Mandados não cumpridos superam vagas de prisões em 18 estados do paíspublicada pela Folha de S. Paulo (20/4/18), demonstra que se todas as detenções pendentes fossem concretizadas, o Brasil teria mais de 1,1 milhão de presos. Trata-se da soma dos 656 mil detidos nos regimes aberto, semiaberto e fechado, com os mandados de prisão não cumpridos – que, se executados, acrescentariam outros 448 mil criminosos às cadeias e presídios já superlotados.

No Brasil dos crimes não solucionados, dos mandados de prisão em aberto, da progressão de regime, das saídas temporárias e dos indultos, portão de cadeia virou porta giratória, bandido entra, bandido sai. Aqui, quem vai para a cadeia é quem já cometeu muitos e muitos crimes e já matou muitas pessoas e destruiu muitas famílias.

O novo governo quer mudar isso, mudando a lei para dar mais segurança ao policial na hora de agir, e ao cidadão ao defender seu patrimônio e a sua família.

Como efeito direto, aqueles criminosos que sempre se sentiram seguros e protegidos pela impunidade, e pela falta de reação, passam a ter uma outra opção além da prisão: o cemitério – questão de escolha pessoal e do risco que assumem ao enfrentar um policial ou um cidadão disposto a se defender. E é o justo, pois os criminosos não hesitariam em atirar e matar quem cruza com seus caminhos.

Vamos apoiar essa ideia, “MAIS SEGURANÇA E APOIO AOSPOLICIAIS E AOS CIDADÃOS DE BEM”

Para sugestões ou dúvidas, mandem e-mail para coronelcosta181@gmail.com

 



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