Sabrina Matos
Sexta, 12 de abril de 2019, 00:00 h - Atualizado em 12/04, 18:15 h

Sexualidade é vida

Quando começamos a conhecer nosso corpo, descobrimos que a vida foi feita para ser vivida plenamente.

Sabrina Matos :Cultura
Autor: Redação
Foto: Divulgação

 Há muito tempo observo a dificuldade sexual que as mulheres têm, todas passaram, passam ou vão passar por transformações hormonais.

            O processo hormonal implica em diversas mudanças na vida da mulher, algumas transformações não são percebidas de imediato e as mulheres deixam de lado essas mudanças achando que é um processo normal, se trancam em um mundo só delas, de tristeza, desânimo e depressão.

            As transformações hormonais iniciam-se na adolescência, a partir dos 30 esse processo aumenta (redução de alguns hormônios), após os 35 se intensifica e após os 40 se não tratado tornam-se intensos.

            As transformações mais complexas ocorrem entre os 30 e os 40 anos, ou seja, são 10 anos de um processo que deveria ser tratado. Um dos principais sintomas é a falta de libido, nem nos damos conta das desculpas que inventamos pela falta de interesse em estar intimamente com nossos pares.

            Um dos maiores problemas é acharmos que estamos bem, tentamos nos enganar, não buscamos ajuda profissional, acreditamos que aquilo é normal que as pessoas devem nos suportar sem reclamar, e não percebemos que estamos nos prejudicando.

            Passei pela transformação hormonal, falta de libido e todos os sintomas possíveis. Percebi com todo esse processo que fomos enganadas, que por muitos e muitos anos fomos educadas a achar que isso é normal, e que devemos aceitar passar por tal situação como se não tivesse outro jeito.

            Mas isso não é verdade, após parar e perceber que despertando a sexualidade todo esse processo pode ser amenizado, que a vida pode ser mais saborosa, fiquei deslumbrada.

            Quando digo que “fomos educadas a aceitar”, quero me referir à famosa frase: _Ela está de TPM, eu acho isso um insulto, porque os homens também têm seus dias ruins, também passam por transformações hormonais e tudo bem, ninguém fala nada.  E sabem por que ninguém fala nada, porque eles dês de pequenos são incentivados a conhecer o próprio corpo (e por nós mulheres).

            Conhecer o próprio corpo, se conhecer, saber o que nos da prazer, o que nos acalma, o que nos relaxa, conhecer a nossa essência é o que devemos fazer. Ativar a nossa sexualidade é um dever, uma obrigação, deveríamos ter sido educadas dês de meninas a nos tocar.

Quando falo nos tocar não me refiro a masturbação apenas, quero dizer que devemos saber quais são os nossos pontos erógenos, os quais muitas vezes são locais diferentes dos órgãos sexuais.

            Após estimular a sexualidade conseguimos entender as mudanças que nosso corpo sofre, temos novos prazeres, vivemos mais os pequenos momentos. Começamos a perceber que o amor próprio é uma semente que deve ser cultivada e regada sempre.

            Se amar é ser livre, é sentir o vento bater em seu rosto, é sorrir de felicidade porque conseguiu apreciar o toque da brisa. 

 

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Comentários desta notícia:


16/04, 21:14 h -Adriana:

"Adorei, adoro e sempre ouço as dicas. São demais!!!"

16/04, 21:14 h -Adriana:

"Adorei, adoro e sempre ouço as dicas. São demais!!!"

12/04, 21:55 h -Creine:

"Se ame, se toque ..."



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