Tacy de Campos
Sábado, 11 de novembro de 2017, 00:00 h - Atualizado em 11/11, 21:00 h

Escrevo porque preciso...

Estreando como colunista do portal VRNews


Tacy de Campos: De Bem com a Vida


Foto: Divulgação.

Dizem que opinião é que nem bunda e cada um tem a sua. Apesar de todo "achismo" do mundo e sabendo que o meu será mais um frente a milhões, não tive como negar o convite quando surgiu a oportunidade de escrever semanalmente pra coluna do portal VRNews. Confesso que era um sonho antigo e estou muito contente com essa nova possibilidade. Praticar mais deste exercício libertador será como fazer sessões de psicanálise gratuitas sem sair de casa! Tudo bem se você não quiser saber o que penso. Eu também não sei nada sobre você. Seremos "bundas" um para o outro. Mas nunca é tarde pra se conhecer... Vamos lá!

Todo escritor é antes de tudo um leitor. Pessoalmente e desde muito cedo, fui acometida pelo impulso de escrever, além de estar sempre lendo, por osmose familiar. Com 11 anos, concebi meu primeiro conto. Com 13, graças a prática dos trabalhos escolares, começei a desenvolver os primeiros rascunhos de uma ficção policial. Aos 15, peguei carona nos rumos da poesia e das paródias, aprendi a tocar violão e me perdi na música. E de um modo ou de outro, sempre escrevendo. É uma necessidade, uma forma de me comunicar com o exterior . Só com o papel e lápis em mãos ou o editor de texto aberto eu me sinto realmente a vontade pra falar o que penso, dissertar sobre assuntos, expor idéias, consertar e desarmar meu coração. Já fiz muitos textos e muitos já viraram música, vide as canções do álbum "O Manifesto da Canção". Em compensação, quando se trata de conversar mesmo, no téte-a-téte da vida, reconheço minhas limitações e passo a bola pra melhores oradores. No cotidiano, prefiro ouvir, mais que falar, entender e internalizar o que me é dito. Ai depois eu penero, dou aquela filtrada e misturo com tudo que já tirei dos livros. No final, vai tudo virando palavra escrita de novo, cantada ou não...

Cordialmente, espero que gostem dos temas e formatos, independente dos pontos de vista. A intenção é convidá-los à reflexão. Também adianto que a pauta de motes será diversa, então...esperem de tudo. Aceito e declaro bem vindas todas as sugestões.

Dedico um agradecimento especial por esse presente a Amandinha Lyra, pessoa e artista de quem sou fã e admiradora a muitos anos; a Vera Rosa, sua mãe; ao Ivanio Lira, rockeiro ímpar e grande apoiador; e ao incansável, indivisível e infinito João GilbertoTatára.

Nada como plantar oportunidades. Um dia escrevo um livro, anotem!

Um abraço e até o próximo sábado!

        

 

 





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