Domingo, 03 de fevereiro de 2019, 10:39 h - Atualizado em 03/02, 11:28 h

Ansiedade em adultos pode estar ligada a bullying sofrido na adolescência

A prática do bullying, além de trazer consequências para a saúde psicológica da vítima, causa também danos à importantes estruturas do cérebro

Colaboração Evidência Comunicação :Variedades
Autor: Colaboração Evidência Comunicação
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 Ana Regina Caminha Braga.
Ana Regina Caminha Braga. - Foto: Priscilla Fiedler

Já é possível comprovar que pessoas que sofreram algum tipo de agressão na adolescência, sejam elas físicas ou verbais, tenham tendência a desencadear problemas psicológicos no decorrer da vida.

Uma pesquisa recentemente divulgada pelo jornal científico Molecular Psychiatry, realizada com 682 adolescentes, reforçou que a prática do bullying, além de trazer consequências para a saúde psicológica da vítima, causa também danos à duas importantes estruturas do cérebro: o caudado e o putâmen, responsáveis por funções motoras e fatores psicológicos.

A constatação foi feita através de exames de neuroimagem os quais mostraram que as alterações no volume do putâmen estavam negativamente relacionadas à ansiedade generalizada. Já os jovens que possuíam alguma característica de ansiedade apresentaram redução no volume do núcleo caudado esquerdo.

Para a psicopedagoga e palestrante Ana Regina Caminha Braga, os responsáveis devem estar sempre atentos ao comportamento dos filhos e sempre abertos ao diálogo.  “Assim que os pais notarem algum comportamento diferente, é importante que haja uma conversa com o filho e até mesmo com a escola para que os problemas sejam solucionados da melhor forma.”

Segundo a psicopedagoga, vítimas do bullying possuem tendência a desenvolver problemas relacionados à depressão e baixa autoestima. Por isso, o apoio, o incentivo e a orientação dos  responsáveis são necessários.

Os casos mais comuns da prática do bullying acontecem no ambiente escolar o que pode resultar em dificuldades no desenvolvimento e na socialização do aluno. Ana Regina complementa que a prática precisa ser extinta e que a melhor forma de acontecer é prevenir, portanto o tema deve ser bastante discutido dentro das escolas.



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