Quarta, 07 de março de 2018, 00:00 h - Atualizado em 07/03, 08:03 h

Legalização: onde ficaria o cassino do Paraná?

Uma notícia pouco animadora para os investidores, mas sem dúvida uma boa notícia para todos os setores da sociedade paranaense que concordam com a proibição.

Autor: Redação
Foto: Divulgação.

O fim da proibição dos cassinos pode estar muito próximo, se for aprovado o projeto de lei que vem sendo debatido há vários meses. A ideia é liberar todas as formas de jogo de azar, juntando os videobingos, jogo do bicho e apostas esportivas junto com os cassinos. Claro que só vamos saber efetivamente como será quando a lei for aprovada, mas os estudos preliminares apontavam o seguinte esquema:

·         estados até 15 milhões de habitantes, teriam uma licença de cassino;

·         estados entre 15 e 25 milhões, teriam duas licenças;

·         para mais de 25 milhões, haveria três licenças.

 

Se for assim, é claro que o Paraná ficará com apenas uma licença. Uma notícia pouco animadora para os investidores, mas sem dúvida uma boa notícia para todos os setores da sociedade paranaense que concordam com a proibição.

Possibilidade de jogar online mantém-se

Claro que se você continuar vivendo demasiado longe de um cassino e gostar jogar de vez em quando, continuará podendo acessar o casino ao vivo da Redbet através de seu computador ou celular. Dessa forma, terá ao seu alcance toda a adrenalina da roleta ou do blackjack, sem precisar fazer uma longa viagem, e até com esse extra de ter um crupiê real do outro lado.

 

Os “cassinos de Iguazú”

Um só cassino paranaense é também uma boa notícia para os cassinos de Ciudad del Este e Puerto Iguazú, que estarão entre os principais prejudicados com o avanço dessa legislação. A principal razão para o sucesso e a localização desses cassinos, a alguns metros caminhando desde a fronteira brasileira, era precisamente o fato desse imenso mercado ter se isolado da corrente mundial e se ter mantido imune às tentações da roleta e do blackjack. Agora que o Brasil vai abrir as portas à jogatina, os receios de “nuestros hermanos del Iguazú” serão certamente que tenham que fechar as suas.

Mas certamente não será motivo para tanto. Talvez seja necessário demitir um ou outro crupiê. Mas as grandes cataratas de Iguaçú continuarão no mesmo lugar e os brasileiros (paranaenses e não só) continuarão indo até lá para ver esse incrível espetáculo da natureza. De caminho, poderão atravessar a fronteira e jogar umas fichas. A não ser que nossas autoridades façam uma surpresa.

Mas onde ficaria o cassino paranaense?

O projeto de lei aponta que os cassinos serão instalados em grandes resorts turísticos, com boa localização e toda a infraestrutura necessária. Por exemplo, em S. Paulo fala-se que tem empresários de Las Vegas interessados no Anhembi, e Silvio Santos estaria esperando esse momento há 20 anos, tendo seu Hotel Jequitimar, em Guarujá. Em Florianópolis, parece que o Costão do Santinho, em Florianópolis, está na “pole position”. Já na Bahia, a renomada Costa do Sauípe vai disputar com Salvador e Porto Seguro as licenças existentes.

No Paraná a especulação tem sido menor. Seria de esperar que Curitiba recebesse a infraestrutura, mas e se ela for parar em… Foz do Iguaçú? Já imaginou? Depois da Tríplice Fronteira, teria ali o Tríplice Cassino!



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