Segunda, 09 de outubro de 2017, 00:00 h - Atualizado em 09/10, 00:00 h

Uma visão sobre o amor

Por Rafa Rofo

Autor: Rafa Rofo
O conteúdo desta matéria é de total responsabilidade do autor.
Foto: Rafa Rofo

Cada dia que passa parece que mais socos de verdade são golpeados contra o meu peito. Estou me sentindo algum tipo de viciado descobrindo que sua droga – até então razão do seu viver – estraga completamente sua vida, coloca lentes um tanto quanto obscuras no seu olho.

O sexo e a obrigação de fidelidade corrompem o amor. Um homem conhece uma mulher, se apaixona por ela, larga tudo pra viver com ela. Claro que amar é inspirador, mas e quando chega a hora em que algo começa a dar errado? E geralmente isso acontece na esfera sexual. Mas continuando a historinha.. Um dia este homem percebe que esta mulher esta ocupando espaço demais na vida dele, ou seja, está começando a ser mais importante que todo o resto de sua vida ou até mesmo mais importante que sua própria vida.

O medo da perda começa a comer lentamente seu cérebro. Logo adiante ele estará ruminando sobre o por quê de não fazerem mais sexo com tanta frequência, onde foi parar a alegria do início do relacionamento? Será que ela o trai? Será que a felicidade foi embora? Será que ele está exigindo muito dela – mas como se antes aquilo era o básico? Como é que a rotina foi acabar com tudo? Claro, o amor puro, se existiu, continua ali.., assim como em amizades verdadeiras. Como algo tão bonito se transforma num pedacinho do inferno? Digo de novo...não foi o amor, foi a parte sexual de tudo isso. Depois ele descobre uma traição e acaba com todo o relacionamento – acaba com as partes boas também. Há uma perda. E toda a idealização acaba.

O amor – completo como ele é – é uma prisão. A liberdade aconteceria se não houvesse o sentimento de posse e se mesmo amando conseguíssemos nos realizar sexualmente com todo o tipo de gente.

No final, o que temos de seguro na vida acaba sendo o trabalho. Bom, também as relações de amizade que nos parecem ser verdadeiras. Então... se estamos em crise de empregos e aqueles que não se encaixam em área nenhuma são os primeiros a serem demitidos..., se talvez as amizades não forem tão verdadeiras assim, na atualidade...como será que anda o ‘amor’?? 



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